Rebecca Kiessling's and Ildiko Curtis' Stories Translated Into Other Languages
Rebecca Kiessling
International Pro-Life Speaker
Portuguese: (Thank you to André Said de Lavor and his sisters, Cecilia and
Licia Lavor, for translating)
A história de Rebecca Kiessling
Eu fui adotada assim que nasci. Aos 18 anos soube que fui concebida a partir
de um estupro brutal sob ameaça de faca por um estuprador em série. Assim
como a maior parte das pessoas, eu nunca pensei que o assunto aborto
estivesse relacionado à minha vida, mas assim que recebi esta notícia percebi
que não só está relacionado à minha vida, mas está ligado à minha própria
existência. Era como se eu pudesse ouvir os ecos de todas as pessoas que,
da forma mais simpática possível, dizem: “Bem, exceto nos caso de estupro...”
ou que dizem com veemência e repulsa: “Especialmente nos casos de
estupro!!!”. Existem muitas pessoas assim por aí. Elas sequer me conhecem,
mas julgam a minha vida e tão prontamente a descartam só pela forma como
fui concebida. Eu senti como se a partir daquele momento tivesse que
justificar minha própria existência, tivesse que provar ao mundo que não
deveria ter sido abortada e que eu era digna de viver. Também me lembro de
me sentir como lixo por causa das pessoas que diziam que minha vida era um
lixo, que eu era descartável.
Por favor, entenda que quando você se declara “a favor da livre escolha” ou
quando abre a exceção para o estupro, o que isso realmente significa é que
você pode olhar nos meus olhos e me dizer “eu acho que sua mãe deveria ter
tido a opção de abortar você”. Esta é uma afirmação muito forte. Jamais diria a
alguém: “Se eu tivesse tido a chance, você estaria morta agora”. Mas essa é a
realidade com a qual eu vivo. Desafio qualquer um a dizer que não é. Não é
como se as pessoas dissessem: “Bom, eu sou a favor da livre escolha, menos
naquela pequena fresta de oportunidade em 1968/69, para que você,
Rebecca, pudesse ter nascido”. Não. Esta é a realidade mais cruel desse tipo
de opinião e eu posso afirmar que isso machuca e que é uma maldade. Mas
sei que muita gente não quer se comprometer sobre esse assunto. Para eles,
é apenas um conceito, um clichê que eles varrem para debaixo do tapete e
esquecem. Eu realmente espero que, como filha de um estupro, eu possa
ajudar a dar um rosto e uma voz a esta questão.
Diversas vezes me deparei com pessoas que me confrontaram e tentaram se
desvencilhar dizendo coisas do tipo: “Bem, você teve sorte!”. Tenha certeza
de que minha sobrevivência não tem nada a ver com sorte. O fato de eu estar
viva hoje tem a ver com as escolhas feitas pela nossa sociedade: pessoas que
lutaram para que o aborto fosse ilegal em Michigan naquela época - mesmo
em casos de estupro -, pessoas que brigaram para proteger a minha vida e
pessoas que votaram a favor da vida. Eu não tive sorte. Fui protegida. E
vocês realmente acham que nossos irmãos e irmãs que estão sendo
abortados todos os dias simplesmente são “azarados”?
Apesar de minha mãe biológica ter ficado feliz em me conhecer, ela me contou
que foi a duas clínicas de aborto clandestinas e que eu quase fui abortada.
Depois do estupro, a polícia indicou um conselheiro que simplesmente disse a
ela que a melhor opção era abortar. Minha mãe biológica disse que naquela
época não havia centros de apoio a grávidas em risco, mas me garantiu que,
se houvesse, ela teria ido até lá pelo menos para receber um pouco mais de
orientação. O conselheiro foi quem estabeleceu o contato entre ela e os
aborteiros clandestinos. Ela disse que a clínica tinha a típica aparência de
fundo de quintal, como a gente escuta por aí, e lá “ela poderia ter me
abortado de forma segura e legal”: sangue e sujeira na mesa e por todo o
chão. Essas condições precárias e o fato de ser ilegal levaram-na a recuar,
como acontece com a maioria das mulheres.
Depois ela entrou em contato com um aborteiro mais caro. Desta vez, se
encontraria com alguém à noite no Instituto de Arte de Detroit. Alguém iria se
aproximar dela, dizer seu nome, vendá-la, colocá-la no banco de trás de um
carro, levá-la e então me abortar... Depois vendá-la novamente e levá-la de
volta. E sabe o que eu acho mais lamentável? É que eu sei que existe um
monte de gente por aí que me ouviria contar esses detalhes e que
responderia com uma balançada de cabeça em desaprovação: “Seria terrível
que sua mãe biológica tivesse tido que passar por tudo isso para conseguir
abortar você!”. Isso é compaixão?!!! Eu entendo que eles pensem que estão
sendo compassivos, mas para mim parece muita frieza de coração, não acha?
É sobre a minha vida que eles estão falando de forma tão indiferente e não há
nada de compaixão neste tipo de opinião. Minha mãe biológica está bem, a
vida dela continuou e ela está se saindo muito bem, mas eu teria morrido e
minha vida estaria acabada. A minha aparência não é a mesma de quando eu
tinha quatro anos de idade ou quatro dias de vida, ainda no útero da minha
mãe, mas ainda assim era inegavelmente eu e eu teria sido morta em um
aborto brutal.
De acordo com a pesquisa do Dr. David Reardon, diretor do Instituto Elliot, co-
editor do livro Vítimas e vitimados: falando sobre gravidez, aborto e crianças
frutos de agressões sexuais, e autor do artigo “Estupro, incesto e aborto:
olhando além dos mitos”, a maioria das mulheres que engravidam após uma
agressão sexual não querem abortar e de fato ficam em pior estado depois de
um aborto. http://www.afterabortion.org. Sendo assim, a opinião da maioria das
pessoas sobre aborto em casos de estupro é fundamentada em falsas
premissas: 1) a vítima de estupro quer abortar; 2) ela vai se sentir melhor
depois do aborto; e 3) a vida daquela criança não vale o trabalho que dá para
suportar uma gravidez. Eu espero que a minha história e as outras postadas
neste site ajudem a acabar com este último mito.
Eu queria poder dizer que minha mãe biológica não queria me abortar, mas de
fato ela foi convencida a não fazê-lo. Porém, o aspecto nojento e o palavreado
sujo deste segundo aborteiro clandestino, além do receio por sua própria
segurança, levaram-na a recuar. Quando ela lhe contou por telefone que não
estava interessada neste acordo arriscado, este homem a insultou e a xingou.
Para sua surpresa, ele ligou novamente no dia seguinte para tentar convencê-
la a me abortar, e mais uma vez ela não quis prosseguir com o plano e ouviu
mais uma série de insultos. Depois disso, ela simplesmente não podia mais
prosseguir com essa idéia. Minha mãe biológica já estava entrando no
segundo trimestre da gestação, quando seria muito mais perigoso e muito
mais caro me abortar.
Sou muito grata por minha vida ter sido poupada, mas muitos cristãos bem
intencionados me diziam coisas como “olha, Deus realmente quis que você
nascesse!” e outros podem dizer “era mesmo pra você estar aqui”. Mas eu sei
que Deus quer que toda criança tenha a mesma oportunidade de nascer e
não posso me conformar e simplesmente dizer “bem, pelo menos a minha vida
foi poupada”. Ou “eu mereci, veja o que eu fiz com a minha vida”. E as outras
milhões de crianças não mereciam? Eu não consigo fazer isso. Você
consegue? Você consegue simplesmente ficar aí e dizer “pelo menos eu fui
desejado... pelo menos estou vivo...” ou simplesmente “sei lá”? Esse é
realmente o tipo de pessoa que você quer ser? De coração frio? Uma
aparência de compaixão por fora e coração de pedra e vazio por dentro?
Você diz que se importa com os direitos das mulheres, mas não está nem aí
pra mim porque eu sou um lembrete de algo que você prefere não encarar e
que você detesta que outros se importem? Eu não me encaixo na sua agenda?
Na faculdade de direito eu tinha colegas que me diziam coisas como “se você
tivesse sido abortada, não estaria aqui hoje e de qualquer forma não saberia
a diferença, então por que se importa?”. Acredite ou não, alguns dos
principais filósofos pró-aborto usam esse mesmo tipo de argumento: “O feto
não sabe o que o atingiu, então não percebe que perdeu a vida”. Sendo
assim, acho que se você esfaquear alguém pelas costas enquanto ele estiver
dormindo, tudo bem, porque ele não sabe o que o atingiu?! Eu explicava aos
meus colegas como a mesma lógica deles justificaria que eu “matasse você
hoje, porque você não estaria aqui amanhã e não saberia a diferença de
qualquer forma. Então, por que se importa?”. E eles ficavam com o queixo
caído. É incrível o que um pouco de lógica pode fazer, quando você pára para
pensar – que é o que devemos fazer numa faculdade de direito – e considera
o que nós realmente estamos falando: há vidas que não estão aqui hoje
porque foram abortadas. É como o velho ditado: “Se uma árvore cai na
floresta e não há ninguém por perto para ouvir, será que faz barulho?”. Bem,
sim! E se um bebê é abortado e ninguém fica sabendo, tem importância? A
resposta é SIM! A vida dele importa. A minha vida importa. A sua vida importa
e não deixe ninguém te dizer o contrário!
O mundo é um lugar diferente porque naquela época era ilegal a minha mãe
me abortar. A sua vida é diferente porque ela não pôde me abortar legalmente
e porque você está sentado aqui lendo as minhas palavras hoje! Mas você
não tem que atrair platéias pra que a sua vida tenha importância. Há coisas
que fazem falta a todos nós aqui hoje por causa das gerações que foram
abortadas e isso importa.
Umas das melhores coisas que eu aprendi é que o estuprador NÃO é meu
criador, como algumas pessoas queriam que eu acreditasse. Meu valor e
identidade não são determinados por eu ser o “resultado de um estupro”, mas
por ser uma filha de Deus. O Salmo 68, 5-6 declara: “Pai dos órfãos... no seu
templo santo Deus habita. Dá o Senhor um lar ao sem-família”. E o Salmo 27,
10 nos diz: “Mesmo se pai e mãe me abandonassem, o Senhor me acolheria”.
Eu sei que não há nenhum estigma em ser adotado. O Novo Testamento nos
diz que é no espírito de adoção que nós somos chamados a ser filhos de Deus
por Jesus Cristo nosso Senhor. Sendo assim, Ele deve ter pensado na adoção
como símbolo do amor dEle por nós!
E o mais importante é que eu aprendi, poderei ensinar aos meus filhos e
ensino aos outros que o seu valor não é medido pelas circunstâncias da sua
concepção, seus pais, seus irmãos, seu parceiro, sua casa, suas roupas, sua
aparência, seu QI, suas notas, seus índices, seu dinheiro, sua profissão, seus
sucessos e fracassos ou pelas suas habilidades ou dificuldades. Essas são as
mentiras que são perpetuadas na sociedade. De fato, muitos palestrantes
motivacionais falam para suas platéias que se elas fizerem algo importante e
atingirem certos padrões sociais, então elas também poderão “ser alguém”.
Mas o fato é que ninguém conseguiria atingir todos esses padrões ridículos e
muitas pessoas falhariam. Isso significa que elas não são “alguém” ou que
elas são “ninguém”? A verdade é que você não tem que provar o seu valor a
ninguém e se você quiser realmente saber qual é o seu valor, tudo o que
precisa fazer é olhar para a Cruz, pois este é o preço que foi pago pela sua
vida! Esse é o valor infinito que Deus colocou na sua vida! Para Ele você vale
muito e para mim também. Que tal se juntar a mim para também proclamar o
valor dos outros com palavras e ações?
Para aqueles que dizem “bem, eu não acredito em Deus e não acredito na
Bíblia, então sou a favor da livre escolha de abortar ou não”, por favor, leia
meu artigo “O direito da criança de não ser injustamente morta – uma
abordagem da filosofia do direito”. Eu garanto que valerá o seu tempo.
Pela vida,
Rebecca
Rebecca Kiessling's story in Spanish, Portuguese, French, Polish, Filipino, and Indonesian, with videos subtitled in Portuguese.
and
Ildiko Curtis' story in Hungarian, Spanish, French, German and Chinese. Her story is posted in English on the Other Conceived in Rape Stories page.
|
French: Thank you to Marie-Christine Lambert for translating -- http:
//ps139.blog.tdg.ch/
J’ai quasiment été adoptée à ma naissance. A 18 ans, j’ai appris que j’
avais été conçue lors d’un viol brutal sous la menace du couteau d’un
violeur en série. Comme la plupart des gens, je n’avais jamais considéré
que l’avortement concernait ma vie propre, mais lorsque j’ai reçu cette
information, j’ai réalisé tout à coup, que non seulement cela concernait ma
vie mais que cela avait même à faire avec mon existence . C’était comme si
je pouvais entendre les échos de tous ces gens, qui avec les tons de voix
des plus sympathiques diraient « Bien entendu, excepté dans les cas de
viol…. « Ou qui s’exclameraient avec un dégoût plutôt fervent : « En
particulier dans les cas de viol !!! » Tous ces gens sont là qui ne me
connaissent même pas mais qui se lèvent en jugement de ma vie, si
prompts à la rejeter tout simplement à cause de la façon dont j’ai été
conçue. J’ai ressenti que j’avais dès lors à avoir à justifier ma propre
existence, que j’aurais à me prouver vis-à-vis du monde que je ne devais
pas avoir à être avortée et que j’étais digne de vivre. Je me souviens de m’
être sentie comme une ordure à cause des gens qui diraient que ma vie
était comme une ordure --- dont on pouvait disposer.
S’il vous plait, comprenez qu’à chaque fois que vous vous identifiez comme
étant “pro-choix” ou qu’à chaque fois que vous faîtes cette exception pour
le viol, cela se traduit en réalité par le fait que vous êtes capable de vous
tenir devant moi, de me regarder dans les yeux et de me dire « Je pense
que votre mère aurait dû pouvoir vous avorter ». C’est une affirmation qui
a un impact considérable. Je ne dirai jamais quelque chose comme ça à
qui que ce soit. Je ne dirai jamais à quelqu’un “Si j’avais pu intervenir, tu
serais déjà morte”. Pourtant, c’est la réalité avec laquelle je vis. Je défie
quiconque de me décrire comment ce n’est pas le cas. Ce n’est pas
comme si les gens disaient “ oh bien sûr, je suis pro-choix excepté pour
cette petite fenêtre d’opportunité en 1968/69 afin, que toi, Rebecca,
puisse être née. « Non – c’est la réalité cruelle de cette position, et je
peux vous dire que cela fait mal et que c’est mesquin. Mais je sais que la
plupart des gens ne mettent pas un visage sur ce sujet. Pour eux, c’est
juste un concept – un cliché expéditif qu’ils balaient sous le tapis et qu’ils
oublient. J’espère qu’en étant un enfant du viol, je peux aider à mettre un
visage et une voix à ce sujet.
J’ai souvent eu à faire à ceux qui me confrontent et essaient de me
renvoyer avec de brefs sarcasmes du style « Eh bien, tu as eu de la
chance ! ». Soyez sûrs que ma survie n’a rien eu avoir avec la chance. Le
fait que je sois vivante aujourd’hui est corrélé aux choix qui avaient été
posés par notre société en son entier, ceux des gens qui s’étaient battus
pour être sûrs que l’avortement soit illégal au Michigan à cette époque –
même dans les cas de viol – des gens qui argumentaient pour protéger ma
vie et des gens qui votaient pro vie. Je n’ai pas eu de chance. J’étais
protégée. Et vous voudriez vraiment rationaliser que nos frères et soeurs
qui sont avortés quotidiennement sont ‘malchanceux’ quelque part?
Bien que ma mère de naissance ait été enchantée de faire ma
connaissance, elle m’a dit pourtant qu’elle a été en fait voir deux avorteurs
clandestins et que j’avais été presque avortée. Après le viol, la police l’
avait dirigée vers un conseiller qui lui avait dit en substance que l’
avortement était ce qu’il fallait faire. Elle m’a dit qu’à cette époque, il n’y
avait pas de centres pour les difficultés lors de la grossesse, mais ma
mère de naissance m’a assurée que s’il y en avait eu, elle s’y serait
rendue pour avoir au moins un peu plus de conseil. Le conseiller est celui
qui l’a mise en contact avec les avorteurs clandestins. Pour le premier,
elle dit qu’Il s’agissait des conditions typiques de la clandestinité dont vous
entendez parler pour justifier le fait « qu’elle aurait dû pouvoir m’avorter en
sécurité et légalement » --- du sang et de la saleté partout, sur la table et
le sol. Ces conditions et le fait que ce soit illégal l’ont conduite à se
désister comme pour la plupart des femmes.
Ensuite, elle fut mise en relation avec un avorteur plus coûteux. Cette fois
là, elle devait rencontrer quelqu’un de nuit à proximité de l’Institut des Arts
de Détroit. Quelqu’un l’aborderait, l’appellerait par son nom, lui mettrait un
bandeau sur les yeux, l’installerait sur le siège arrière d’une auto, l’
emmènerait et alors m’avorterait… puis lui remettrait le bandeau et la
déposerait. Et savez vous ce que je trouve tellement pathétique? C’est
que je sais qu’un grand nombre de personnes ici et là, m’entendant
décrire ces conditions, réagiraient en secouant pitoyablement la tête pour
exprimer leur dégoût : « c’est vraiment affreux que votre mère de
naissance ait dû passer par ça afin de pouvoir être capable de vous
avorter ! » Comme si c’était de la compassion ?!! Je réalise pleinement qu’
ils pensent qu’ils sont remplis de compassion mais leur cœur est plutôt
incroyablement sec dans ma perspective, ne pensez vous pas ? C’est de
ma vie dont ils discutent aussi durement et il n’ y a aucune compassion
dans cette position. Ma mère de naissance va bien – sa vie a continué et
en fait, elle est super mais j’aurais été tuée, ma vie se serait terminée. Je
peux ne pas ressembler à ce que j’étais à 4 ans ou à 4 jours d’existence
dans le ventre de ma mère, mais c’était toujours et indéniablement moi et j’
aurais été tuée par un avortement brutal.
D’après les recherches du Dr. David Reardon, directeur de l’Institut Elliot,
co-éditeur du livre ‘Victims and Victors: Speaking Out About Their
Pregnancies, Abortions and Children Resulting From Sexual Assault’, et
auteur de l’article "Rape, Incest and Abortion: Searching Beyond the
Myths," (Viol, inceste et avortement: Aller plus loin que les mythes) , la
plupart des femmes qui deviennent enceintes suite à une agression
sexuelle ne veulent pas d’avortement et en fait vont plus mal après un
avortement. www.afterabortion.org Ce qui signifie que la position de la
plupart des gens sur les cas de viol se fonde sur des prémisses
défectueuses : 1) la victime du viol voudrait un avortement 2) elle serait
mieux avec un avortement 3) que la vie de l’enfant ne vaut pas la peine qu’
elle poursuive sa grossesse. J’espère que mon histoire et les autres
histoires postées sur ce site www.rebeccakiessling.com pourront contribuer
à dissiper ce dernier mythe.
Je souhaiterais pouvoir dire que ma mère de naissance figurait parmi la
majorité des victimes et qu’elle ne voulait pas m’avorter, mais elle avait été
convaincue de faire autrement. Cependant, l’attitude désagréable et les
propos grossiers du second avorteur clandestin ainsi que la peur pour sa
propre sécurité l’ont fait renoncer. Quand elle lui a dit au téléphone qu’elle
n’était pas intéressée par cet arrangement risqué, ce docteur de l’
avortement l’a insultée et l’a traitée de tous les noms. A sa surprise, il l’a
rappelée le lendemain pour essayer de la convaincre de m’avorter encore
une fois, elle a refusé de nouveau et fut injuriée. Alors voilà --- après cela
elle ne pouvait plus continuer. Ma mère de naissance abordait le second
trimestre – bien plus dangereux et bien plus coûteux pour me faire avorter.
Je suis tellement reconnaissante que ma vie ait été épargnée mais
beaucoup de chrétiens bien intentionnés me diront des choses du style
“Oui, tu vois, Dieu voulait vraiment que tu sois là ! » ou d’autres diront
encore « Il fallait que tu sois là ». Mais je sais que Dieu a l’intention que
chaque enfant à naître reçoive la même opportunité de naître et je ne peux
pas m’asseoir béatement et dire «Eh bien, ma vie aura au moins été
épargnée. » ou, « je l’ai mérité. Regardez ce que j’ai fait de ma vie. » Et
des millions d’autres ne l’ont pas pu ? Je ne peux pas faire ça. Le
pouvez-vous? Pouvez vous rester là et dire “Au moins, j’ai été désiré(e)…
au moins je suis en vie…,” ou juste “Et alors?” Est-ce là réellement la
sorte de personne que vous voulez être ? Impitoyable ? Une façade de
compassion à l’extérieur, mais une froideur de marbre et du vide à l’
intérieur ? Prétendez vous vous soucier des femmes mais n’ avoir rien à
faire avec moi parce que je suis un rappel de ce que vous ne préféreriez
pas voir en face et que vous détesteriez aussi voir pris en considération
par d’autres que vous ? Est-ce que je ne trouve pas de place dans votre
agenda ?
En droit, j’ai eu aussi des camarades de classe qui m’ont dit des choses
comme : « Bof ! Si tu avais été avortée, tu ne serais pas là aujourd’hui et
tu ne saurais pas la différence de toute façon, alors qu’est ce que ça peut
faire ? ». Croyez le ou non, mais certains des philosophes de l’avortement
des plus connus utilisent le même type d’argumentation : « le fœtus ne
sait jamais ce qui lui arrive, alors il n’ y a pas de fœtus qui va regretter sa
vie. » Donc, je suppose que tant que vous poignardez quelqu’un dans son
sommeil, ça va très bien, parce qu’il ne sait pas ce qui lui arrive ?! J’ai
expliqué à mes camarades de classe comment leur propre logique
justifierait « que je puisse les tuer aujourd’hui, parce qu’ils ne seraient pas
là demain et qu’ils ne pourraient pas savoir la différence de toute façon,
alors qu’est ce que ça peut faire ? » Et ils restaient bouche bée. C’est
étonnant ce qu’un peu de logique peut faire quand vous réfléchissez
vraiment à ce sujet – comme nous étions supposés le faire en cours de
droit – et considérez le véritable sujet de conversation : Il y a des vies qui
ne sont pas là aujourd’hui parce qu’elles ont été avortées. C’est comme le
vieux dicton : « Si un arbre tombe dans la forêt, et que personne n’est là
pour l’entendre, est ce que ça fait un bruit ? » Oh oui ! Et si un bébé est
avorté et que personne d’autre n’est là pour le savoir, est ce que cela est
important ? La réponse est « OUI ! Leur vie est importante. Ma vie est
importante. Votre vie est importante et ne laissez personne vous dire le
contraire !
Le monde est un endroit différent parce qu’il était illégal pour ma mère de
naissance de m’avorter alors. Votre vie est différente parce qu’elle ne
pouvait pas m’avorter légalement parce que vous êtes assis à entendre
mes mots aujourd’hui ! Mais vous n’avez pas besoin d’avoir un impact sur
des audiences pour que votre vie importe. Il y a quelque chose que nous
manquons tous aujourd’hui à cause des générations actuelles qui ont été
avortées et cela importe.
Une des choses les plus épatantes que j’ai apprise est que le violeur N’est
PAS mon créateur comme certaines personnes aimeraient que je le croie.
Ma valeur et mon identité ne sont pas établies en tant que “produit de viol”
mais en tant qu’enfant de Dieu. Le psaume 68:5, 6 affirme: “ Père des
orphelins… c’est Dieu dans son lieu de sainteté. Dieu donne à l’isolé le
séjour d’une maison”. Et le psaume 27:10 “ Si mon père et ma mère m’
abandonnent, le Seigneur m’accueillera”. Je sais qu’il n’ y a pas de honte à
être adoptée. On nous dit dans le Nouveau Testament que c’est dans l’
esprit d’adoption que nous sommes appelés enfants de Dieu par le Christ
notre Seigneur. Alors, Il a dû avoir une très haute idée de l’adoption pour
utiliser cette image de Son amour pour nous!
Mais ce qui est plus important, j’ai appris, je serai capable d’apprendre à
mes enfants et j’apprends à d’autres que votre valeur ne se fonde pas sur
les circonstances de votre conception, sur vos parents, sur votre fratrie,
votre compagnon, votre maison, vos vêtements, votre apparence, votre Q.
I., vos notes, vos performances, votre argent, votre occupation, vos
succès ou échecs, ou vos capacités et handicaps – ce sont des
mensonges qui sont perpétrés dans notre société. C’est un fait que, les
conférenciers les plus motivants disent à leurs auditeurs que s’ils
pouvaient juste faire quelque chose d’eux-mêmes et atteindre un certain
standing sociétal, alors ils pourraient être eux aussi « quelqu’un ». Mais le
fait est que personne ne peut atteindre ces standards ridicules et que
beaucoup de gens en resteront incroyablement loin et alors, est ce que
cela signifie qu’ils ne sont pas « quelqu’un » ou qu’ils sont des « rien du
tout » ? La vérité est que vous n’avez pas besoin de prouver votre valeur
à quiconque et si vous voulez réellement connaître votre valeur, tout ce
que vous avez à faire c'est regarder la Croix – parce que c’est le prix qui a
été payé pour votre vie ! C’est la valeur infinie que Dieu a investie pour
votre vie ! Il pense que vous avez beaucoup de valeur et moi aussi. Ne
voulez vous pas vous joindre à moi pour affirmer la valeur des autres
aussi, en parole et en action ?
Pour ceux qui parmi vous diraient “ Eh bien, je ne crois pas en Dieu et je
ne crois pas en la Bible alors je suis pro choix” je vous recommande de lire
mon essai “ Le droit de l’enfant à naître à ne pas être injustement tué ---
une philosophie de l’approche des droits ». Je vous assure que vous ne
gaspillerez pas votre temps.
Pour la vie,
Rebecca Kiessling
Polish -- thank you to Joanna Najfeld for translating
Historia Rebeki Kiessling (wersja skrócona):
Adoptowano mnie krótko po urodzeniu. Kiedy miałam 18 lat dowiedziałam się, że zostałam poczęta w wyniku brutalnego gwałtu. Seryjny gwałciciel napadł moją biologiczną matkę z nożem.
Podobnie jak większość ludzi, wcześniej nie sądziłam, że kwestia aborcji dotyczy mojego życia. Ale kiedy dowiedziałam się o moim pochodzeniu, nagle zrozumiałam, że ten temat nie tylko dotyczy mnie, ale jest bardzo mocno związany z faktem mojego istnienia.
W głowie zaczęły rozbrzmiewać mi echa słów wypowiadanych współczującym tonem: „chyba że w przypadku gwałtu”… oraz te, wykrzykiwane agresywnie w poczuciu obrzydzenia: „szczególnie w przypadku gwałtu!”… Wszyscy ci ludzie, nie znając mnie nawet, wydają sąd nad moim życiem, tak łatwo je przekreślając, jedynie z powodu okoliczności mojego poczęcia.
Poczułam, że muszę usprawiedliwiać swoje istnienie, że muszę udowadniać światu, że wcale nie powinnam była być usunięta i że moje życie ma wartość. Pamiętam też, że czułam się jak śmieć - a to przez ludzi, którzy potrafili powiedzieć, że moje życie jest jak śmieć, że można było się mnie pozbyć.
Proszę, zrozumcie, że kiedykolwiek mówicie o sobie „pro-choice” albo uznajecie dopuszczalność aborcji w przypadku gwałtu, to tak jakbyście stanęli przede mną, spojrzeli mi w oczy i powiedzieli: „uważam, że twoja matka powinna była móc cię usunąć”. To bardzo mocne słowa. Nigdy nikomu bym tak nie powiedziała. Nie powiedziałabym: „gdyby było tak jak ja chcę, ty już byś nie żył”.
A ja muszę żyć z tym na co dzień. Spróbujcie udowodnić mi, że tak nie jest. Bo ludzie nie mówią: „jestem za dopuszczalnością aborcji, z wyjątkiem przełomu lat 1968/69, tak żebyś ty, Rebeko, mogła się urodzić”. Nie. To jest okrutna prawda o stanowisku „pro-choice”. Ono boli i jest podłe.
Ale wiem, że większość ludzi nie patrzy na aborcję w przypadku gwałtu przez pryzmat konkretnego życia. Ten problem to dla nich abstrakcyjna koncepcja – szybka klisza, którą łatwo zmieść pod dywan i zapomnieć. Mam nadzieję, że jako dziecko z gwałtu pomogę wam przyporządkować do tej koncepcji konkretną twarz i konkretny głos.
Ludzie nierzadko starają się zbywać moją historię słowami „no tak, miałaś szczęście”. Zapewniam was, że moje ocalenie od aborcji nie miało nic wspólnego ze szczęściem. To, że dziś żyję, wynika z wyborów jakich dokonało nasze społeczeństwo oraz ludzie, którzy zadbali o to, żeby aborcja – również w przypadku gwałtu - była całkowicie zakazana w Michigan w tamtych czasach. To zasługa ludzi, którzy bronili mojego prawa do życia i wspierali je przy głosowaniu. To nie była kwestia „szczęścia”. Ochroniło mnie prawo. Czy naprawdę powiedzielibyście, że nasze siostry i nas bracia abortowani każdego dnia jakoś tak po prostu „mają pecha”?!!
Moja biologiczna matka ucieszyła się ze spotkania ze mną, ale powiedziała mi też, że była u dwóch nielegalnych aborcjonistów i prawie mnie zabito. Po gwałcie, policja skierowała ją do poradni, gdzie powiedziano jej, że w zasadzie powinna dokonać aborcji. Według mojej matki, wtedy nie było ośrodków pomocy ciężarnym w kryzysowej sytuacji, ale gdyby były, z pewnością udałaby się tam, choćby po drugą poradę. A tak, pracownik poradni dla zgwałconych umówił ją z nielegalnymi aborcjonistami.
Pod pierwszym adresem spotkała typowe warunki podziemia aborcyjnego, na które powołują się feministki argumentując, że aborcja powinna być „legalna i bezpieczna” – zakrwawiony i brudny stół i podłoga. To co zobaczyła oraz sama świadomość nielegalności spowodowała, że się wycofała, tak jak robi to większość kobiet.
Potem umówiła się z droższym aborcjonistą. Tym razem miała spotkać kogoś wieczorem pod Instytutem Sztuk w Detroit. On miał podejść, odezwać się do niej po imieniu, założyć jej ciemną opaskę na oczy, posadzić na tylnym siedzeniu samochodu, wywieźć i abortować mnie… potem znów zasłonić jej oczy i odwieźć ją.
Wiecie co jest szczególnie żałosne? Świadomość, że wielu ludzi słysząc jak to wyglądało reaguje litościwie potrząsając głową w obrzydzeniu: „To okropne, że twoja matka musiała przez to wszystko przejść, żeby móc dokonać na tobie aborcji.” To jest współczucie?!! Zdaję sobie sprawę, że im się wydaje, że okazują empatię, ale z mojego punktu widzenia to bezwzględne, nie sądzicie? Przecież to o moim życiu tak bezdusznie mówią i nie ma w ich opinii nic z prawdziwej empatii.
Dziś moja matka biologiczna ma się dobrze – jej życie potoczyło się dalej i dziś układa się doskonale. A mnie by zabito, moje życie by się skończyło. Może nie wyglądam dziś jak wtedy, kiedy miałam cztery lata, ani kiedy miałam cztery dni i byłam jeszcze w łonie matki, ale to niezaprzeczalnie byłam ja i zamordowano by mnie poprzez brutalną aborcję.
Według badań Dr. David’a Reardon’a, dyrektora Elliot Institute, współautora książki „Ofiary i zwyciężczynie: otwarcie o ciąży, aborcji i dzieciach urodzonych z przemocy seksualnej”, autora artykułu „Gwałt, kazirodztwo i aborcja: wychodząc poza mity”, większość kobiet, które zachodzą w ciążę na skutek przemocy seksualnej nie chcą aborcji i czują się znacznie gorzej po aborcji. Tak więc opinia większości ludzi na temat aborcji w przypadku gwałtu opiera się na trzech nieprawdziwych założeniach: 1) ofiara gwałtu chciałaby aborcji 2) aborcja pomogłaby ofierze gwałtu 3) życie dziecka nie jej warte donoszenia ciąży. Mam nadzieję, że moja historia, tak jak historie innych osób zamieszczone na tej stronie, pomogą obalić ten ostatni mit.
Chciałabym móc powiedzieć, że moja matka biologiczna należała do tej większości ofiar gwałtu i nie chciała mnie usunąć, ale prawda jest taka, że była przekonana zupełnie przeciwnie. Jednak paskudne usposobienie i ordynarność tego drugiego podziemnego aborcjonisty oraz strach o własne bezpieczeństwo, spowodowały, że się rozmyśliła. Kiedy powiedziała mu o tym przez telefon, aborcjonista obraził ją i zaczął wyzywać. Ku jej zaskoczeniu, zadzwonił następnego dnia i znowu próbował ją przekonać do usunięcia mnie. Ona ponownie odmówiła i usłyszała stek wyzwisk. I na tym się skończyło – potem nie potrafiła już tego zrobić. Zaczynał się drugi trymestr ciąży – usunięcie mnie byłoby dużo droższe i dużo bardziej niebezpieczne.
Jestem tak wdzięczna, że ocalono mi życie. Wielu chrześcijan w dobrej wierze mówi mi: „widzisz, Bóg naprawdę chciał, żebyś się urodziła!” lub „widocznie miałaś się urodzić”. Ale ja wiem, że Bóg chce żeby każde nienarodzone dziecko miało tę samą szansę na narodziny i nie potrafię siedzieć bezczynnie mówiąc „przynajmniej moje życie udało się ocalić”. Lub: „Zasłużyłam na to, spójrzcie jak wykorzystuje moje życie.” A miliony innych nie zasłużyło? Nie wolno mi tak myśleć.
A ty? Możesz tak po prostu mówić „mnie przynajmniej chciano…” albo „co mnie to obchodzi!”? Czy naprawdę chcesz być takim człowiekiem? Bezwzględnym? Na zewnątrz pozory empatii a wewnątrz zimne serce i pustka? Czy twierdzisz, że interesuje cię los kobiet a jednocześnie ja nie obchodzę cię kompletnie, bo przypominam ci coś, z czym nie potrafisz stanąć twarzą w twarz i bardzo nie chcesz, żeby inni zastanawiali się nad tym? Czy ja nie pasuję do twojego światopoglądu?
Na studiach prawniczych koledzy z roku mówili do mnie: „no cóż, gdyby cię usunięto, nie byłoby cię tutaj i nie czułabyś różnicy, więc o co chodzi?” Wierzcie lub nie, czołowi pro-aborcyjni filozofowie używają podobnego argumentu: „Płód nie wie co go spotyka, więc nie odczuwa śmierci.” Czyli jak kogoś zadźgasz od tyłu podczas jego snu, to jest w porządku, bo on nie wie co mu się stało?
Wyjaśniałam kolegom w jaki sposób ta sama logika usprawiedliwia mnie „gdybym chciała ciebie zabić, bo skoro jutro cię tu nie będzie, to i tak nie będziesz czuł różnicy, więc o co chodzi?” Ten argument odbierał im mowę. To niesamowite co może uczynić odrobina logiki, kiedy przemyślimy sobie te rzeczy – czego wymagano od nas na studiach prawniczych – i jak zastanowimy się o czym naprawdę rozmawiamy: pewnych ludzi nie ma dziś wśród nas, bo zostali abortowani.
Jest takie stare powiedzenie: „jak drzewo upada w lesie i nie ma nikogo kto to słyszy, to czy to drzewo powoduje hałas?” Jasne! A jeśli dziecko jest abortowane i nie ma wokół nikogo kto o tym wie, czy to ma znaczenie? Odpowiedź brzmi TAK! Ich życie ma znaczenie. Moje życie ma znaczenie, Twoje życie ma znaczenie i nie pozwól nikomu wmawiać ci, że tak nie jest!
Świat jest dzisiaj innym miejscem, bo prawo powstrzymało moją matkę od aborcji na mnie. Twoje życie zmieniło się, bo ona nie mogła mnie legalnie usunąć, a ty dziś siedzisz i czytasz moje słowa! Ale nie musisz mieć wielu słuchaczy, żeby twoje życie miało znaczenie. Czegoś nam dziś brakuje, bo całe pokolenia zostały poddane aborcji i to nie jest bez znaczenia.
Jedną z najwspanialszych rzeczy, do jakich doszłam, to fakt, że to NIE gwałciciel powołał mnie do życia, jak twierdzili niektórzy. Moja wartość i tożsamość nie wynika z tego, że jestem „efektem gwałtu”, ale dzieckiem Boga. Psalm 68 głosi „Ojcem dla sierot i dla wdów opiekunem jest Bóg w swym świętym mieszkaniu. Bóg przygotowuje dom dla opuszczonych”. A Psalm 27 mówi: „Choćby mnie opuścili ojciec mój i matka, to jednak Pan mnie przygarnie”.
Wiem, że to żaden wstyd być adoptowanym. Z Nowego Testamentu dowiadujemy się, że to właśnie w duchu adopcji jesteśmy powołani do bycia dziećmi Boga, przez Chrystusa, Pana naszego. Tak więc Bóg musiał mieć wysokie mniemanie o adopcji, skoro użył tego obrazu opisując swoją miłość do nas!
Co najważniejsze, będę uczyć moje dzieci, tak jak uczę innych, że wartość człowieka nie zależy od okoliczności jego poczęcia, jego rodziców, rodzeństwa, partnera, domu, ubrań, wyglądu, inteligencji, stopni w szkole, pieniędzy, zawodu, sukcesów, porażek, zdolności i ograniczeń – to wszystko kłamstwa, które przenikają nasze społeczeństwo.
Większość trenerów motywacyjnych mówi słuchaczom, że jeśli tylko się postarają i dosięgną do standardów społecznych, wtedy oni też mogą „zostać kimś”. Ale tak naprawdę nikt nigdy nie dosięga tych absurdalnych standardów, a wielu ludziom bardzo wiele do nich brakuje. Czy to znaczy, że nie są „kimś”, albo że są „nikim”?
Prawda jest taka, że nie musisz nikomu udowadniać swojej wartości, a jeśli naprawdę chcesz wiedzieć jaka jest twoja wartość, to wystarczy, że spojrzysz na Krzyż – to jest cena jaka została zapłacona za twoje życie! To jest bezgraniczna wartość jaką Bóg nadał twojemu życiu! On uważa twoje życie za warte wiele i ja też tak uważam. Czy zechcesz przyłączyć się do mnie w afirmowaniu wartości innych osób, słowem i czynem?
Tym z was, którzy powiedzą „nie wierzę w Boga ani w Biblię, więc jestem ‘pro- choice’” polecam lekturę mojego eseju „Prawo dziecka nienarodzonego do ochrony przed niezasłużoną śmiercią – na bazie filozofii o prawach”. Zapewniam was, ten tekst wart jest waszego czasu.
Rebecca
|
Filipino -- Thank you to Noni Carino for translating
ANG BUHAY NI REBECCA KIESSLING
Ako ay isang ampon simula halos sa aking pagka luwal bilang isang sanggol. Sa edad na 18, lumantad sa aking kaalamanan, na ako ay anak sa brutal na panggagahasa ng isang serial rapist, na gumamit ng kutsilyo habang niyari niya ang kasuklam-suklam na pagkakasala.
Karaniwan, isa ako sa mga tao na sasang-ayon sa abortion kung ang sanggol ay isisilang mula sa kriminal na aksyon. Ngunit nagulantang ako sa katotohanan ng aking buhay ng malaman ko ang aking pinanggalingan. Mawari kong narinig ang buyawyaw ng mga balitaktakan ng mga tao na may hinanakit sa kababaihan na nakaranas ng rape, o di kaya marinig sa kanilang mga bibig ang explikadong, “lalo na sa kaso ng rape!!!”
Wala ni isa sa mga tao na iyon ang may kilala sa akin, ngunit mabilis sa kanilang pag husga ng katiwalian ng isang tao na katulad ko, na bunga ng isang napakadilim na kasalanan. Para bang isang kabuuan ng buong mundo ang mabigat na magpakiwari sa aking buhay na matimtim kung dinidipensahan kung bakit ako iniluwal at hindi pinatay, bilang kabayaran sa kasalanan ng taong lumandas ng isang krimen. Lumaki rin akong naramdaman sa araw-araw, ang paulit-ulit na trato ng tao na ako ay galling sa basura. Na ako ay isa lamang tapon.
Mangyari lamang na maunawaan niyo sa iyong pag kilanlan sa akin bilang pro-choice, o di kaya mag bigay ng eksepsyon sa kaso ng gahasa, na kayo ay tumayo sa aking harapan, tingnan ako ng diretso sa mata, at sabihin sa akin, “dapat ay inabort ka ng iyong ina”. Isa itong mabangis na pahayag. Hindi ko masisikmura na sabihin ito sa isang tao na produkto ng masaklam na kasalanan. Hindi ko masasabi, “ kung ako ang masusunod, putol na ang buhay mo ngayon”.
Ngunit ito ang katunayan ng aking buhay. Hahamunin ko ang sino man ang magsasabi na hindi totoo ang mga haka-hakang ito. Hindi ito isang mababaw na isyu, para sabihin ng mga tao na, “ay naku, pro-choice ako – kaibahan nga lamang sa maliit na oportunidad nuong 1968/1969, na ikaw, Rebecca , ay ipanganak.” Hindi – ito ang aking kasuklamsuklam na katotohanan ng buhay, at ito ay masakit at masakim. Alam ko na karamihan sa mga tao ay hindi maglalagay ng mukha sa issue na ito. Sa kanila, ito ay isa lamang mungkahi ng diwa, isang iglap ng pangkaraniwang debate, na puwedeng itago sa ilalim ng banig at kalimutan na. Ang aking pag-asa bilang anak ng gahasa, ay makatulong, sa pamamagitan ng paglagay ng mukha at tinig sa suliranin na ito.
Kadalasan, ang mga tao na humaharap sa akin, ay bina balewala ang isyu, at sasabihin sa akin, na “e, di mapalad ka!” Nilagpasan sila ng katotohanan. Kapalaran ay walang kaugnayan sa aking pagkabuhay. Sa katotohanan na buhay ako sa oras na ito, ay dahil sa karamihan ng mga tao sa aming komunidad na ipinaglaban ang karapatan kong mabuhay sa sinapupunan ng ina. Bumoto sila ng pro-life. Hindi ako isang kapalaran. Ako ay ipinag tanggol. Puwede mo bang sabihin ngayon sa ating mga kapatid na sinawing-palad na ma-abort, na sila ay isa lamang sa mga “napanis na hinanakit”?!!
Sa aking pagtatagpo sa aking ina na nagluwal sa akin, kahit na masigla at masaya ang kanyang masabik na pagkilala sa akin muli, inilantad niya ang katotohanan na nagpunta siya sa mga madidilim na eskinita upang ako ay mailaglag sa kanyang sinapupunan. Ganoon kalapit ang aking buhay sa kuko ng kamatayan. Matapos ang insidento ng paggahasa, itinuro ng mga pulis sa aking ina ang isang konsehal na nagpayo sa kanya ng abortion. Idinagdag ng aking ina na wala pang Crisis Pregnancy Centers nung mga panahon na iyon. Kung meron, iginiit niya na malamang ay nagpunta siya para sa patnubay sa kanyang intension na ilaglag ako sa kanyang tiyan. Ang konsehal na ito ang nag-akay sa aking ina papunta sa mga eskinita ng mga abortionists.
Sa kaunahan ng kanyang punta sa isa sa mga abortionista, naobserbahan ng aking ina ang kondisyon ng klinika, na tipikal kung bakit “ligtas at legal niya akong matanggal sa kanyang sinapupunan” – dugo at dungis ang naka samba lot sa ibabaw ng mesa at sahig. Itong mga kondisyon na ito, kasama na rin ang rason na ito ay illegal, kung kaya tumalikod ang aking ina , kagaya na rin ng ibang mga kababaihan.
Sumunod, pumunta ang ina ko sa isang mas mahal na abortionista. Binigyan siya ng oras sa gabi ng isang tao na magtagpo sa Detroit Institute of Arts. Sa kanyang paghintay, may tumawag ng kanyang pangalan, nilapitan siya, ipiniring ang kanyang mga mata, inilagay sa sa likod ng sasakyan at dinala sa isang lugar upang maumpisahan ang kanilang pag laglag sa akin…, piring mulit ang mata at binaba ang aking ina . Alam niyo ba kung ano ang pinaka pukaw sa lahat? Marinig sa bibig ng mga tao ang kanilang sagot matapos kong ilarawan ang buong istorya ng aking ina . Isang awang iling ng ulo na kasunod ang inis na komentaryo, “nakaka kilabot ang desisyon ng iyong ina na dumanas ng masakim ng kondisyon para lamang mai laglag ka!” Masahol pa sa absensya ng unawa at awa?!! Alam ko na nagpapahiwatig lamang sila ng kanilang habag na kalooban para sa akin, ngunit tipong mas malamig pa sa batong puso ang kanilang ibinigay sa akin, sa tingin mo?
Ito ang aking buhay na walang-awang binabalagtas sa kapisanan na punong-puno ng makaligkiging panglaw ng aking katayuan. Mahusay ang buhay ng aking ina . Katunayan, masigasig ang kanyang kapalaran. Ngunit, sa kasigasigan niya, ako naman ang naputulan ng buhay. Malayo na ang katularan ng aking buhay ngayon kaysa nung ako ay 4 años, di kaya, apat na araw, sa sinapupunan ng aking ina . Heto ako, ako pa rin ang tao at bata na iyon. Ako iyong maliit na sanggol na muntik nang nakitilan ng buhay sa pamamagitan ng isang masakim na abortion.
Ayon sa pananaliksik ni Dr. David Reardon, director ng Elliot Institute at ka- editoryo rin ng librong “Victims & Victors: Speaking Out About Their Pregnancies, Abortions and Children Resulting From Sexual Assault” (Biktima at Wagi: Salawika Patungkol Sa Pagbubuntis, Paglaglag at mga Anak Galing Sa Panggagahasa”), at may katha ng artikulong, “Rape, Incest & Abortion: Searching Beyond The Myths” (Gahasa, Isesto At Aborsyon: Ang Hanap Sa Labas ng Mytolohiya”), karamihan sa mga babae na nabuntis dahil sa panggagahasa, ay ayaw ng aborsyon at mas masahol pa ang kanilang kalagayan matapos ang paglaglag ng bata sa kanilang sinapupunan. (http://www.afterabortion.org).
Kamarihan sa mga tao na may posisyon sa aborsyo, ang kanilang argumento ay base sa makapintasang tayo: (1) ang biktima ng gahasa ay gusto ng aborsyon; (2) mas mahusay ang magiging kalagayan ng biktima ng gahasa kung siya ay maglalaglag; (3) ang buhay ng bata galling sa gahasa ay walang pakinabang, upang ilubos sa pagbubuntis.
Inaasahan ko na sa pamamagitan ng salaysay ng aking buhay na naka haligi dito sa sityo ng internet, ay makatulong sa pag waksi ng huling haka- haka.
Nais ko sanang isipin na ang aking ina ay isa sa mga karamihan ng biktima ng gahasa, na walang plano na ako ay ilaglag. Ngunit hindi ito ang katotohanan ng kanyang idelohiya. Sa mabangis at maanghang na bibig nitong eskinitang aborsyonista, dagdag na rin ang kanyang takot para sa kanyang delikadesa, ay nag ibang isip ang aking ina . Nagpasabi siya sa aborsyonista tungkol sa kanyang desisyon at narinig niya ang mga pinaka masahol na mga salita, tawagin siya ng kung ano-anong mga pangalan. Namangha ang aking ina ng makatanggap siya ng tawag muli dito sa aborsyonista kinabukasan upang kumbinsehin siya muli sa paglaglag sa akin. Ikalawang beses na humindi ang aking ina , at sinapawan siyang muli ng sumisiklab na mga insulto. Heto na ang huli. Ayaw na ng aking ina na dumaan pang muli sa ganitong kalbaryo. Lumalapit na siya sa aking huling trimestro – mas mapanganib at mas mahal kung ako ay gusto pa niyang ilaglag.
Malaki ang aking pasasalamat sa pagligtas sa aking buhay. Pero karamihan ng mga mabuting-loob na mga Kristyano, ay sasabihin sa akin, “Mayroong malaking hangarin ang Panginoon sa iyong buhay kung bakit ka naririto ngayon!”, o di kaya ang iba ay magsasabi ng, “Ikaw ay may layunin sa mundong ito”. Alam ko na sa lahat ng mga inilaglag na sanggol, may layon ang ating Diyos na Banal, at hindi ako mapalagay na sabihin na “kahit paano, isa ako sa mga sinuwerte para mabuhay”, o di kaya’y, “nararapat lamang na ako ay mabuhay, tingnan niyo kung ano ang aking ginawa at nakumpleto sa aking buhay ngayon”. Sa palagay ninyo, ang ibang milyon-milyong sanggol ay walang karapatan sa kanilang buhay? Hindi ko masisikmura. Ikaw, kaya mo? Makaka upo ka ba ng diretso at sabihin sa iyong sarili, “kahit paano, ako ay kailangan. Buhay ako ngayon…”, siguro, “bahala na!”? Heto ba ang pagkatao na gusto mong ibuhay sa sarili mong loob? Pusong-bato? Saklob ng maramdamin at mabuting loob sa labas pero matigas pa sa malamig na bato ang puso sa pinaka sulok ng iyong kalooban? Isinasangla mo ba ang iyong isip na ikaw ay isang maunawain ang bagbag-kalooban sa mga kababaihan, ngunit walang pagkabalisa sa akin dahil isa ako sa mga nagmamatyag na maaalala mo ang mukha na kung puwede, ay ayaw mong harapin sa katotohanan? Hindi ba ako angkop sa iyong panukala?
Sa paaralan ng batas, mayroon din akong mga kaklase na sasabihin sa akin, “Kung nai laglag ka nun, e di, wala ka ditto ngayon, at hindi mo makikita kung ano ang kaibahan sa totoo lang, sa ano ang isyu mo ngayon?”. Sa maniwala ka o hindi, karamihan sa mga matataas na aborsyonista, ito ang kanilang tipikal na pilosopiya at argumento: “walang karuningan at alam ang fetus kung ano ang bumigwas sa kanya, kaya sa konklusyon, walang fetus ang maghahangad kung ano ang lumipas sa kanilang buhay labas ng tiyan ng kanilang ina.”
Kung heto ang pagtatalo, siguro ang pagsaksak sa likod habang ang tao ay natutulog ay palalagpasin at puwede, dahil hindi niya alam kung ano iyong dumating sa kanya? In eksplika ko sa mga kaklase na sa parehong lohika, ay maira-rason sa argumento, “sa pagpatay ko sa iyo ngayon upang wala ka na bukas, ay walang diperensiya dahil hindi mo naman naramddaman at tutal, wala nang kaibahan iyon?” Napatunganga sila, labas ang kanilang mga panga. Nakakagulat ang nagagawa ng simpleng lohika kung iisipin mong mabuti – kaparehas ng ekspektasyon sa amin sa paaralan ng batas – isipin mo na lang kung ano talaga ang aming pinaglalaban: may buhay na wala na dito ngayon dahil sila ay kinaltasan ng hininga mula pa sa sinapupunan ng kanilang ina. Para bang isang salawikain: “ kung bumagsak ang isang puno sa gubat, at wala ni isang tao ang nakarinig, gumawa ba ng ingay itong puno?” Teka, ano uli ang sagot, totoo, di ba? At kung ang sanggol ay inilaglag, at wala ni isa sa paligid niya para malaman na kinutil ang kanyang buhay, may problema ka ba? Ang sagot ay, “OO!” Importante ang kanilang buhay. Importante ang aking buhay. Ang buhay mo ay may importansya at huwag kang maniwala kung ang ibang tao ay sabihin na wala kang kwenta!
Iba na ang ikot ng mundo ngayon, dahil noong kapanahunan ng aking ina , labag sa batas ang pumatay ng sanggol sa sinapupunan. Iba ang buhay mo ngayon dahil protektado ako ng batas noon, at binabasa mo itong pahayag ko ngayon! Hindi mo kailangang humarap sa maraming tao para magkaroon ng layon ang iyong buhay. Marami tayong nalagpasan sa henerasyon na ito dahil sa mga sanggol na kinitil ang buhay at ito ay malaking kabuluhan.
Sa aking pagsusuri, nalaman ko na ang manggagahasa sa aking ina ay hindi ko manlilikha, kaibahan sa mga sinasabi ng iba. Ang aking halaga at katauhan ay hindi tinatakan bilang “produkto ng panggagahasa”, ngunit anak ng Diyos. Sinabi sa biblya Awit 69:5, 6, “Ama sa mga walang ama… Diyos sa Kanyang banal na tirahan. Diyos ang nagtatakda sa mga nag- iisang pamilya”. At Awit 27:10, sinasabi, “Kahit na ako ay iniwan ng aking ama at ina , ang Panginoon ay tatanggap sa akin.” Alam ko na walang dungis ang pagiging ampon. Ika nga sa Bagong Tipan ng Biblya, na ang espiritu sa pag-ampon na tayo ay tinawag upang maging mga anak ng Diyos sa pamamagitan ni Kristo, ang ating Panginoong taga pagligtas. Mukhang mataas ang kanyang pagtingin sa pag aampon kung kaya niya ginamit itong ehemplo ng Kanyang pagmamahal sa atin!
Pinaka importante sa lahat, ang aking natutunan na puwede kong ituro ang aking buhay sa aking mga anak, gayun din sa ibang tao, na ang buhay ay hindi batay sa importansya dala ng kalagayan ng kuru-kuro, magulang, kapatid, asawa, bahay, mga damit, hitsura, kaalamanan, grado, pera, trabaho, tagumpay o pagkabigo, kakayahan o kapansanan – ito ang mga kasinungalingan na nilayon n gating lipunan. Sa katunayan, karamihan sa mga taga balagtas ng inspirasyon, kanilang binibigkas na pumantay lamang ang kanilang mga mambabasa sa tamang sukat ng lipunan, ay magiging importante na rin sila, sa kapani-paniwalang ehemplo na ginagamit nitong mga balagtas na ito.
Ang katotohanan, hindi mo kailangang ipatunayan ang iyong halaga kahit kanino. Kung gusto mo talagang malaman kung ano ang iyong pakinabang, tumingala ka sa krusipiho – dahil ito ang presyo na ibinayad si iyong buhay! Heto ang walang hanggang halaga na inilagay ng Diyos sa iyong buhay! Sa paningin Niya, ikaw ay malaking halaga. At ako rin..
Gusto mo bang samahan ako sa pamamahagi ng halaga ng isang tao sa pamamagitan ng iyong salita, kasama na rin ang iyong pasunod na lakad?
Para sa mga tao na magsasabi ng, “Hindi ako naniniwala sa Diyos at hindi rin ako naniniwala sa Biblya kaya ako pro-choice, paki basa na lang ang aking sanaysay, “Karapatang ng mga Hindi Isinilang Upang Huwag Mamatay – tamang diskarte ng pilospiya”. Sigurado ko sa inyo, ito ay magiging mahalaga at ayon sa inyong oras.
Para Sa Buhay,
Rebecca .
|
Spanish: Thank you to Karla Escoto for translating the first six paragraphs and
Dawn Damaris Maldonado Perez for translating the last seven paragraphs.
Fui adoptada casi desde mi nacimiento. A los diez y ocho años, aprendí que yo
fui concebida de una violación brutal a punta de cuchillo de un violador en
serie. Como la mayoría de personas, yo nunca he considerado que el aborto
aplica en mi vida, pero cuando recibí esta información, de repente me fije que
no solamente aplica en mi vida, pero también tiene que ver con mi propia
existencia. Era como si pudiera oír los ecos de toda la gente quienes, con el
tono más simpático, podrían decir, “Bueno, excepto en los casos de
violación…,” o quienes hubieran exclamado fervorosamente en disgusto:
“¡Especialmente en los casos de violación!” Toda esta gente está allá afuera
quienes ni me conocen, pero están juzgando mi vida, tan rápido de ignorarlo
solamente por la manera en que yo concebí. Me sentí que tengo que justificar
ahora mi propia existencia, que tengo que ensenar al mundo que yo no tenía
que ser abortada y que tenía el derecho de vivir. Recordé sintiendo como
basura porque la gente me decía que mi vida era así – desechable.
Entienden por favor que cuando usted se identifica como a “favor del aborto,”
o cuando usted hace una excepción por una violación, lo que eso significa es
usted teniendo la habilidad de decirme directamente mirando en mis ojos,
“Pienso que su mama le hubiera abortado a usted.” Eso es una declaración
poderosa. Yo nunca le diría eso a otra persona. Nunca le diría a alguien, “Si
hubiera tenido mi propia manera, estarías muerta ahora mismo.” Pero, esa es
la realidad con la que vivo. Yo reto que me describa porque no es. No es como
la gente dice, “Bueno, yo soy a favor del aborto excepto por esa pequeña
ventana de oportunidad en 1968/69, para que usted, Rebecca, pudo nacer.”
No – esto es la duda realidad de esa posición, y te puedo decir que duele y es
cruel. Pero yo se que la mayor parte de la gente no pone caras a esta materia.
Para ellos, solamente es un concepto – un rápido cliché, y ellos lo barren
debajo de la alfombra y se olvidan de ello. Yo espero que, como una niña
concebida de violación, puedo poner una cara y una voz a esta situación.
Yo, he experimentado con frecuencia aquellos quienes me confrontan y tratan
de disuadirme con rápidas frases como, “Bueno, ¡tuviste suerte! Esté seguro
que mi sobrevivencia no tiene nada que ver con la suerte. La razón de que
estoy viva hoy , tiene que ver con las decisiones que fueron hechas por
nuestra sociedad en conjunto, gente que peleó para estar seguro que el
aborto fuera ilegal in Michigan en ese tiempo – aún en casos de violación,
gente que peleó para proteger mi vida, y gente quién votó a favor de la vida.
Yo no estuve con suerte. Yo fui protegida. ¿Y podría usted realmente razonar
que nuestros hermanos quien están abortados todos los días son solamente
“sin suerte”?
Aunque mi madre genética estaba feliz por conocerme, ella me dijo que ella fue
a dos aborcionistas ilegales y yo fui casi abortada. Después de la violación, la
policía la refirió a un consejero que básicamente le dijo que el aborto era lo
mejor que hacer. Ella dijo que en ese tiempo, no había centros de crisis de
embarazos, pero mi madre genética me aseguró que si hubiera habido, ella
hubiera ido aunque fuera por una pequeña guía más. El consejero de
violación es el que la conecta con los abortistas. Del primero, ella dijo que
eran las típicas condiciones de las cuales usted oye como que “ella podría ser
sido capaz de abortar me sin peligro y legalmente”—sangre y tierra por toda la
mesa y el piso. Esas condiciones y el factor que eran ilegales causaron no que
ella se fuera, como muchas mujeres.
Entonces, ella fue recomendada con otro abortista pero más caro. Pero esta
vez ella tenía que encontrarse con alguien por la noche al lado del Instituto de
Arte de Detroit. Alguien se acercaría a ella, le diría su nombre, le taparía los
ojos, la pondrían en el asiento de atrás del carro, la llevaría y entonces me
abortaría…, entonces le taparía los ojos otra vez y la dejaría afuera de
regreso. ¿Y tú sabes que yo pienso que es patético? Es así que yo sé que hay
una horrible cantidad de personas ahí afuera que me oirían describir esas
condiciones y su respuesta sería un lamentable movimiento de cabeza de
disgusto: “¡Es horrible que su mamá genética debía de haber pasado por todo
eso solamente para poder abortarte!” ¡Como si eso fuera compasivo! Yo me di
cuenta que ellos piensan que son compasivos, pero eso es pura sangre-fría
desde mi punto de vista, ¿no crees? Esa es la vida que ellos tan
calculadoramente hablan y esa posición no es nada compasiva.
Mi madre natural está bien-siguió con su vida y está muy bien, pero me
pudieron haber asesinado, my vida hubiera terminado. No podré ser el mismo
de cuando tenía cuatro años, o cuatro días, aun así, cuando no había nacido y
estaba todavía en el vientre de mi madre pero no podemos negar que ese era
yo, y me pudieron haber asesinado a través de un aborto brutal.
Según la investigación de Dr. David Reardon, director del Instituto Elliot,
coeditor del libro Victims and Victors: Speaking Out about Their Pregnancies,
Abortions and Children Resulting From Sexual Assault, y autor del artículo
“Rape, Incest and Abortion: Searching Beyond the Myths,” la mayoría de las
mujeres que salen embarazadas de la violación no quieren un aborto y de
hecho se sienten peor si lo hacen. http://www.afterabortion.org. Entonces, la
posición de la mayoría de las personas en los casos de violación están
basados en factores falsos: 1) la víctima de una violación quiere un aborto, 2)
estuviera mejor si se hace un aborto y, 3) La vida del bebé no es
suficientemente valiosa para continuar con el embarazo. Espero que mi
historia y las historias de otras que están en esta red, ayuden a disipar el
último mito.
Me gustaría poder decir que mi madre, como la mayoría de victimas, no quiso
abortarme, pero fue convencida de lo contrario. Sin embargo el segundo
abortista de callejón oscuro, de carácter desagradable y mal hablado, le causo
temer por su propia seguridad y causo que se arrepintiere. Cuando ella le
aviso por teléfono que ya no estaba interesada en este arreglo riesgoso, este
médico abortista la insulto y la llamo nombres obscenos. A su sorpresa, el
volvió a llamarla el siguiente día para tratar de nuevamente convencerla que
me abortara, una vez más mi madre se negó y fue insultada y la llamo nombres
obscenos. Después de eso ya no podía seguir adelante. My madre biológica
ya entraba en su tercer trimestre – abortarme ahora seria aun más peligroso y
mucho más costoso. Estoy tan agradecida que my vida fue salvada, pero
muchos cristianos de buena intenciones me decían cosas como- “! Pues ya ves
que Dios quiso que estuvieras aquí!” Otros tal vez digan “estas aquí porque
así tenía que ser” Pero yo se que la intención de Dios es que toda criatura
sin nacer tenga la misma oportunidad de nacer, y no puedo felizmente decir
“Bueno, mi vida fue salvada.” O decir “Me lo merecí. Mira lo que he hecho de mi
vida.” ¿A caso millones de otros no? No lo puedo hacer, ¿podrías tú? Podrías
cruzar los brazos y decir “Por lo menos a mi me quisieron…por lo menos estoy
viva…,” o simplemente “sea lo que sea”. ¿De verdad es la persona que
quieres ser? ¿Fría? ¿En el exterior una apariencia de compasión pero por
dentro frio y vacio? ¿Pretendes interesarte por las mujeres pero te importa
poco de mí porque sirvo de recuerdo de lo que prefieres no encarar ni que
otros lo vean tampoco? ¿A caso no quepo en tu agenda?
En la escuela de derecho mis compañeros de clase me decían “¿Bien pues, si
hubieses sido abortada, no estarías aquí hoy, y de todos modos no conocieras
la diferencia, entonces que importa?”
Parece mentiras, pero aun los grandes filósofos pro-abortistas utilizan ese
mismo argumento: “El feto nunca sabe lo que le paso, entonces no existe el
feto para extrañar su propia vida.” ¡¿Me parece entonces que si apuñalas a
alguien en la espalda mientras duerme, pues está bien porque no sabe lo que
le paso?! Le explicaba a mis compañeros como es que su propia lógica podría
justificar que “¿yo hoy mismo te matase porque mañana no estarás aquí para
conocer la diferencia, entonces, que importa?” Ellos solo se quedaban sin
palabras. Es asombroso ver lo que sirve un poco de lógica cuando en verdad
se piensan bien las cosas - como se supone que hagamos en la escuela de
derecho - y considerar de que estamos hablando en verdad: hay vidas que
hoy no están aquí porque fueron abortados. Es como el viejo refrán que dice:
¿si en el bosque cae un árbol pero no hay quien lo escuche, hizo ruido? ¡Pues
si! ¿Y si un bebe es abortado y no hay quien lo sepa, importa? La respuesta
es sí. Sus vidas si importan. Mi vida importa. Tu vida también importa y no
permitas te digan lo contrario.
El mundo hoy es un lugar distinto porque en aquel entonces era ilegal que mi
madre biológica me abortara. ¡Tu vida es diferente por ella no poder haberme
abortado legalmente, porque hoy estas sentado leyendo mis palabras!
Pero para tu vida valer no es necesario que impactes a una audiencia. Hay
algo que a todos nos hace falta hoy porque tantas generaciones han sido
abortadas y si, importa.
Una de las cosas más grandes que he podido aprender es que el violador NO
es mi creador, como algunos quieren que yo piense. Mi valor e identidad no
está establecida como producto de violación, sino como hija de Dios. Salmo 68:
5-6 declara: Padre de huérfanos… es Dios en su santa morada. Dios hace
habitar en familia a los desamparados; y el Salmo 27:10 nos dice que Aunque
mi padre y mi madre me dejaran, Jehová con todo me recogerá. Yo sé que no
existe estigma en ser adoptado.
El Nuevo Testamento nos dice que por el espíritu de adopción somos llamados
a ser hijos de Dios por Cristo nuestro Señor. Entonces al parece la adopción
fue algo de mucha significancia para haberla utilizado como retrato de Su amor
por nosotros
He aprendido, y podre enseñarle a mis hijos y a otros que su valor no depende
de las circunstancias de su concepción, ni sus hermanos, ni su compañero, ni
su hogar, ni su ropa, ni su físico, ni su inteligencia, ni sus calificaciones, ni
cuanto has marcado, ni el dinero, ni su oficio, ni sus logros, ni fracasos, ni sus
capacidades e incapacidades – pues estas son mentiras perpetuadas por la
sociedad. La verdad es que muchos conferencistas de motivación le dicen a
sus audiencias que si logran alcanzar cierta norma de la sociedad, entonces
serán alguien. Pero la verdad es que jamás podrá alguien alcanzar estas
normas ridículas y muchas personas ni si quiera llegaran cerca de alcanzarlas.
¿Eso quera decir que son nada o que son nadie? La verdad es que no es
necesario probarle tu valor a nadie. Y si de veras quieres saber cuál es tu
valor lo único que tienes que hacer es mirar al Calvario - ¡porque ese fue el
precio que se pago por tu vida! ¡Ese es el valor infinito que Dios le ha puesto
a tu vida! El cree que eres bastante valiosa, y yo también. ¿Se unen conmigo
para afirmar los valores de otros en palabra y en obras?
Para esos que digan pues “yo no creo en Dios y tampoco creo en La Biblia y
por eso estoy a favor de pro-elegir por favor lean mi redacción “El Derecho de
no matar el Nino sin Nacer – un enfoque de de filosofía de derechos.” Le
aseguro valdrá la pena
Por Vida,
Rebecca
rebecca@rebeccakiessling.com
Ildikó Curtis's Story in Hungarian -- története a magyar -- lampasasildi@wildblue.net
Nem olyan régen, az édesanyám bevallotta nekem, hogy nemi erőszak által fogantam. Mivel addig még nem hallott az abortuszról, megszült engem. Még csak 3 hónapos voltam, mikor újra teherbe esett, de addigra már hallott az abortuszról, így 3 hónapos terhesen végrehajtottak rajta egy legális abortuszt. Az abortusznak köszönhetően meddővé vált és soha többé nem tudott teherbe esni. Boldog vagyok, hogy engem világra hozott, mert máskülönben a családfának itt vége szakadt volna.
Azért szeretném mindazokat képviselni, akik nemi erőszak által fogantak, mert a legtöbb országban először csak a nemi erőszak által teherbe esett nőknél engedélyezik az abortuszt.
Az igazságtétel tudata, hogy az apja bűntette miatt megöljünk egy gyermeket, ajtót nyithat az abortusz legalizálásának. Nem ismerik fel az emberek, hogy a nemi erőszak okozta traumát nem gyógyíthatja meg az abortusz okozta trauma. Miért kéne egy gyermeket halálbüntetéssel sújtani az apja bűne miatt? Az V. Mózes 24.16-ban azt olvassuk, hogy „ Meg ne ölettessenek az atyák a fiakért, se a fiak meg ne ölettessenek az atyákért, kiki az ő bűnéért haljon meg.”
Hiszem, hogy minden gyermek áldás attól függetlenül, hogy nemi erőszak által fogantak-e vagy sem. Kisgyermekkoromban valahogy mindig is tudtam, hogy volt egy fiútestvérem és sokszor úgy játszottam, mintha ő is ott lenne. Mikor megkérdeztem szüleimet, hogy volt-e fiútestvérem, mindig nemmel válaszoltak. 40 éves koromban az édesanyám őszintén bevallotta nekem, hogy volt egy abortusza. Nagyon megharagudtam anyukámra emiatt és megrendült benne a bizalmam, siratni kezdtem meg nem született fiútestvéremet.
Úgy éreztem, megfosztott attól a testvértől, akit mindig is akartam. Évekig nem is akartam találkozni anyukámmal sem beszélgetni vele. Azzal indokolta abortuszát, hogy annyira szegények voltak, hogy nem tudtak volna még egy éhes gyermekről gondoskodni.
Az apukám mindig is fiút szeretett volna. Csak később tudta ő is meg, hogy anyukámnak volt egy abortusza, amiről nem tudott és a gyermek fiú volt. Úgy gondolom, hogy ez az abortusz törést hozott a szüleim kapcsolatában, ami később váláshoz vezetett. Kezdtem érteni, az apukám miért mondta olyan sokszor, hogy fiúnak kellett volna születnem. Fiúként bánt velem és ezáltal elhitette velem azt a hazugságot, hogy csak a fiúk értékesek. Megpróbáltam az apám kedvében járni, hogy elnyerjem a szeretetét és úgy viselkedtem és öltözködtem, mint egy fiú. Ez a hazugság sok problémát okozott még később az életemben és öngyilkosságra is gondoltam.
Az anyukám sem kötődött hozzám érzelmileg sosem és szeretetét nem tudta kifejezni, ami a mai napig is fájdalmat okoz. Úgy hiszem, hogy az abortusza volt az oka annak, hogy nem tudta anyai kötődését kifejezni. Mára már megbocsátottam anyukámnak és apukámnak és Isten begyógyította a sebeimet. Hogy véget érjen a gyász és fájdalom, választottam egy sírhelyet, ahol emléket állítottam az öcsémnek, akinek az Attila nevet adtam, melynek jelentése apaszerű.
Arra is rájöttem, hogy hogyan befolyásolták az abortuszról szóló törvények az én hazámat, Magyarországot. Egyik barátom, aki gyermekorvosnak tanult elmagyarázta, hogy hogyan tanították őket arra, hogy hogyan ne tartsák életben a “fogyatékossággal született” gyermekeket. Egy nap, mikor kórházban voltam, kétségbeesett kiáltásokat hallottam egész este. Rájöttem, hogy az ott dolgozó személyzet megvonta a gondoskodást, ételt és a vizet azoktól az idős emberektől, akiknek nem volt hozzátartozójuk. Ez volt az utasítás akkoriban.
Nyilvánvalóvá vált, hogy amikor egy ajtó nyitva áll az abortusz legálizálására, akkor a dolog nem áll meg ott. Hiszem, hogy mindenkinek van egy elhívása az életben; ezért egy ártatlan emberi lény meggyilkolása nagyon rossz döntés. Ha egy ember sebezhető, mindannyian azok vagyunk. Bármelyikünk lehet a következő.
-- Ildikó
Ildikó Budapesten született, Magyarországon. 1963-ban Németországba költözött, ahol találkozott férjével. 1975-ben emigrált az Amerikai Egyesült Államokba. Ildikó közigazgatást tanult és képzett nővér. Ildikó Texas-ban él férjével és három gyermekével. Sokat utazik életvédelemmel foglalkozó szervezetekkel, mint az életvédelem szószólója. Munkája során eljutott Nyugat-Afrikába és Kelet-Európába, valamint résztvett rádió- és televízióműsorokban is.
|

Ildiko Curtis' Story in Spanish -- en Espanol
Recientemente mi madre me confesó que yo había concebida por violación. Me explicó que ella no sabía que había la posibilidad que pudiera obtener un aborto en el tiempo de mi nacimiento. Cuando yo tenía solo tres meses de edad mi madre llegó a ser embarazado por la segunda vez. Descubrió la posibilidad de obtener un aborto y en su tercer mes fue al hospital para terminar su embarazo. Después de la operación, descubrió que estaba estéril y ya no podía tener otros hijos. Me alegre mucho que mi madre no me abortó porque ahora la línea de su familia puede continuar.
Quiero ser una representante por ellos que han concebido por violación porque muchos países tienen leyes que permiten el aborto en situaciones que incluye el violación. La justificación de matar un niño por el delito de su padre llega hacer la puerta para la legalización del aborto. Lo que no realiza la gente es que la trama de violación nunca será curada por medio del aborto. ¿Por qué tienen que recibir una pena de muerte los niños inocentes? La Biblia dice en Deuteronomio 24:16, “No se dará muerte a los padres por la culpa de sus hijos, ni se dará muerte a los hijos por la culpa de sus padres. Cada uno morirá por su propio pecado”. Yo creo que los niños son una bendición si son concebidos por violación o no. Cuando era niña yo sabía que tenía un hermano y jugué con él aunque él no estaba allí conmigo. Cuando pregunté a mis padres si tenía un hermanito todo el tiempo la repuesta era “NO”. Cuando tenía cuarenta años mi madre me dijo que había abortado mi hermanito. Esto me causó a tener mucha ira y desconfianza con ella y yo lloré por mi hermano. En mi mente mi madre me robó el hermano que había querido por toda mi vida. Yo no quería verla o hablar con ella por muchos años. La razón que mi madre me dio fue que ella era podre y no podía dar de comer una boca más.
Mi padre siempre quería un hijo. No sabía que mi madre había obtenido un aborto y que el bebé fue un niño. Yo pienso que el aborto llegó a ser una cuña en la relación de mis padres y últimamente fue la razón por su divorcio. Y por esto también llegue a entender porque mi padre siempre decía que yo debía ser niño. Me trató como un niño y creó la mentira que solamente los hijos eran valiosos. Traté de complacer a mi padre y ganar su amor y actué y vestí como un niño. Esta creencia falsa me causó mucha angustia en mi vida.
Mi madre nunca podía conectarse conmigo ni podía expresar el amor y esto, todavía, me hace angustia. Creo que su aborto contribuyó a su incapacidad de demonstrar el amor y los instintos maternales. Ahora he perdonado a mi madre y mi padre y Dios ha sanado mis heridas. Para poner el cierre a mi dolor he erigido un símbolo en el cementerio para mi hermanito y le he dado en nombre “Atilla” que significa “como un padre”. Yo, también, realizo que la política de aborto ha afectado mi país, Hungary. Mi amiga, que es doctora de niños, me explicó cómo fue enseñado que los niños nacidos defectuosos no fueron mantenidos vivos en el hospital. Un día cuando yo estaba allí en el hospital oí las lloras desesperadas toda la noche. Descubrí que los trabajadores no les dieron cuidado, ni comida, ni agua a los viejos que no tenían parientes. Esta era la política del hospital.
Es claro que cuando la puerta está abierta para el aborto legal no se acaba allí. Creo que todos tienen designio en esta vida. Y matando a los inocentes es mal. Si alguna persona es vulnerable todos somos vulnerables. Cualquier persona puede ser el próximo.
----------------------------------------------------------------- Ildiko nació a Budapest, en Hungría. En 1963 se mudó a Alemania, donde encontró su esposo. Se mudó a los Estados Unidos en 1975. Ildiko estudió la Administración de la Justicia y tiene una licencia de enfermera. Ahora vive con su esposo y sus tres hijos en Texas. El rancho de la pareja sirve de centro religioso para jóvenes. Viaje con WFLI y otras organizaciones como representante para la vida.
|
Ildiko Curtis' Story in French -- en Francais
Récemment ma mère m’a confessé que j’ai été conçue d’un viol. Elle m’a expliqué qu’elle ne savait rien de l’avortement dans l’époque où je suis née. Quand j’avais seulement trois mois, elle est tombée de nouveau enceinte, mais cette fois-ci avait été introduite au choix de l’avortement, et en suite a terminé la grossesse au troisième mois . Après l’avortement elle est devenue stérile et ne pouvait pas concevoir d’autres enfants. Je suis contente qu’elle ne m’a pas avortée, car sans moi notre ligne de famille aurait été arrêtée.
La raison pour laquelle je cherche à être représentante pour ceux conçus dans le viol est que beaucoup de pays commencent par légaliser l’avortement en cas de viol. Tuer un enfant pour le crime de son père ouvre la porte à rendre l’avortement légal. Ce dont les gens ne se rendent pas compte est que le trauma du viol ne sera jamais guéri par le trauma de l’avortement. Pourquoi l’enfant devrait-il recevoir la peine de mort pour le crime de son père ? Deutéronome 24 :16 dit, « Le père ne mourra point pour le crime du fils, ni le fils pour le crime du père ; chaque mourra pour son propre crime ». Je crois que les enfants sont une bénédiction, même conçus en viol.
Quand j’étais petite je me sentais que j’avais un frère, et je jouais même des jeux avec lui, faisant semblant qu’il était là. Quand je demandais à mes parents si j’avais un frère, ils disaient toujours, « non ». Quand j’avais quarante ans ma mère m’a franchement avoué qu’elle avait avorté mon frère. Cela m’a causé beaucoup de rage et de méfiance envers elle, et j’ai pleuré mon frère. Pour moi, elle m’avait volée le frère que j’avais toujours voulu. Je ne voulais même pas la voir ou lui parler pendant plusieurs années. La raison pour laquelle elle l’avait avorté était que notre famille avait si peux d’argent qu’ ils ne pouvaient pas nourrir une autre bouche.
Mon père a toujours voulu un fils. Il ne savait pas que ma mère avait avorté un enfant derrière son dos, et que l’enfant était un fils. Je crois que l’enfant perdu est devenu une source de peine pour lui, ce qui a finalement causé leur divorce. Cela m’a aussi fait comprendre pourquoi mon père disait toujours que j’aurait du être un garçon. Il me traitait comme si je l’étais, et m’a fait croire le mensonge que seulement les mâles avaient de la valeur. J’essayais de mériter l’amour de mon père, et je m’habillais et me comportais comme un garçon, pour lui. Cette fausse idée m’a causé beaucoup de problèmes dans la vie.
Ma mère n’a jamais su établir avec moi des liens émotionnels, ni pouvait-elle me montrer son amour pour moi. Cela me donne toujours beaucoup de peine. Je crois que cela a été causé par l’avortement qui a détruit son instinct maternel. Aujourd’hui j’ai pardonné à mon père et à ma mère, et Dieux a guéri mes blessures. Pour mettre fin à ma tristesse, j’ai construit un monument dans notre cimetière pour mon frère, et je l’ai appelé « Attila », signifiant paternel.
Je me rends compte aussi de comment la politique de l’avortement a changé mon pays natal, la Hongrie. Mon amie qui est devenue pédiâtre, m’a raconté comment on l’a enseigné que les bébés « nés défectifs » on ne gardait pas dans l’hôpital vivants. Et une fois que je suis restée moi-même dans cet hôpital, toute la nuit j’ai entendu des cris désespérés. J’ai su que les employés de l’hôpital refusaient l’eau, l’alimentation, et le traitement aux personnes âgées sans relations.
Il est clair qu’une fois que la porte est ouverte à l’avortement légal, ça ne s’ arrêtera pas la. Je crois que chaque personne a un destin dans la vie, et donc, tuer un être innocent est toujours un mal. Si on dit qu’un seul être est vulnérable, nous sommes tous vulnérables. N’importe quelle personne pourrait être la prochaine. _______________________ Ildiko est née á Budapest, en Hongrie. En 1963 elle a déménagé en Allemagne, où elle a rencontré son mari. Elle a immigré aux Etats Unis en 1975. Ildiko a étudié l’Administration de la Justice et tient une licence d’ infirmière. Actuellement elle vit avec son mari et ses trois enfants au Texas. Le ranch du couple sert de centre religieux aux jeunes. Elle voyage avec WFLI et d’autres organisations en tant que représentante pour la vie. Son travail s’ étend à l’ouest de l’Afrique et à l’est de l’Europe. Elle a aussi été sur la radio et la télévision.
|
Ildiko Curtis' Story in German
Vor einiger Zeit hat mir meine Mutter gestanden, dass ich als Resultat einer Vergewaltigung empfangen wurde. Sie fuegte hinzu, das ich nur auf die Welt kam, weil sie zu der Zeit nichts ueber Abtreibung wusste. Als ich 3 Monate alt war, wurde sie wieder schwanger. Diesmal aber wusste sie ueber Abtreibung Bescheid. Sie ging ins Krankenhaus, wo in ihrem dritten Schwangerschaftsmonat eine legale Abtreibung durchgefuehrt wurde, nach der sie unfruchtbar wurde und nie wieder empfangen konnte.Ich bin froh, dass sie mich nicht abgetrieben hat, sonst waere ihr Familiengeschlecht ausgestorben.
Die meisten Laender legalisieren Abtreibung anfangs zuerst in Vergewaltigungsfaellen. Die Rechtfertigung, ein Kind fuer das Verbrechen seines Vaters umzubringen, bahnt den Weg, Abtreibung allgemein zu legalisieren. Was Leute noch nicht begreifen, ist, dass das Trauma einer Vergewaltigung niemals durch den Horror einer Abtreibung geheilt werden kann. Warum sollte ein Kind fuer das Verbrechen seines Vaters die Todesstrafe erhalten? In Deuteronomium Kapitel 24 Vers 16 steht: "Vaeter sollen nicht fuer ihre Soehne und Soehne nicht fuer ihre Vaeter mit dem Tod bestraft werden. Jeder soll nur fuer sein eigenes Verbrechen mit dem Tod bestraft werden." Ich bin ueberzeugt davon, dass Kinder ein Segen sind, egal ob sie durch Vergewaltigung gezeugt wurden.
Als ich klein war, wusste ich irgendwie, dass ich einen Bruder hatte. Ja ich spielte sogar Spiele und tat so, als ob er da waere. Wenn ich meine Eltern fragte, ob ich einen Bruder haette, war die Antwort immer ein "Nein". Als ich 40 Jahre alt war, eroeffnete mir meine Mutter, dass sie meinen Bruder abgetrieben hatte. Das verursachte viel Aerger in mir und grosses Misstrauen ihr gegenueber, und ich weinte um ihn. Aus meiner Sicht hat sie mir den Bruder geraubt, den ich mir immer gewuenscht habe. Ich wollte sie jahrelang nicht einmal sehen oder mit ihr reden. Den Grund den sie fuer ihre Abtreibung gab, war, dass sie damals so verarmt waren, dass sie nicht noch einen extra Esser mitfuettern konnten.
Mein Vater hatte sich immer einen Sohn gewuenscht. Er fand erst spaeter heraus, dass meine Mutter hinter seinem Ruecken einen kleinen Jungen abgetrieben hatte. Ich glaube, die Abtreibung wurde zu einem Keil in der Beziehung meiner Eltern, der spaeter zu einer Scheidung fuehrte. Das erklaerte mir auch, warum mein Vater mir oefters erzaehlte, dass ich ein Junge gewesen sein sollte. Er behandelte mich wie einen, und ich glaubte die Luege, dass nur Jungs wertvoll sind. Ich versuchte meinem Vater zu gefallen, um seine Liebe zu verdienen, und benahm mich und zog mich seinetwillen wie ein Junge an. Diese falsche Ueberzeugung hat mir in meinem Leben viele Probleme bereitet und Selbstmordgedanken erzeugt.
Meine Mutter konnte mit mir nie weder eine emotionale Beziehung herstellen, noch Liebe ausdruecken, was mir noch heute Schmerz zufuegt. Ich bin ueberzeugt, dass ihre Abtreibung zum Zerbruch ihrer muetterlichen Bindungsinstinkte beitrug. Inzwischen habe ich meiner Mutter und meinem Vater vergeben. Gott hat meine Wunden geheilt. Um meiner Trauer einen Abschluss zu setzen, habe ich auf einem Friedhof ein Symbol fuer meinen Bruder errichtet, und ich habe ihm "Attila" genannt, was "vater-artig" bedeutet.
Ich bin mir auch bewusst, wie die Abtreibungspolitik mein Heimatland Ungarn beeintraechtigt hat. Eine meiner Freundinnen, die Kinderaerztin wurde, hat mir erklaert, dass ihr beigebracht wurde, dass die behindert geborenen Kinder im Krankenhaus nicht am Leben erhalten werden sollten. Eines Tages, als ich dort im Krankenhaus eingeliefert wurde, hoerte ich die ganze Nacht ueber verzweifelte Schreie. Ich entdeckte, dass in der Abteilung den alten Leuten, die keine Verwandten bei sich hatten, von den Angestellten sowohl Pflege als auch Essen und Trinken verweigert wurde. Das war damals die Praxis. Wenn die Tuer zur legalen Abtreibung einmal offen ist, hoert das Toeten damit nicht auf. Ich glaube, dass jeder einen Lebenszweck hat, deshalb ist das Toeten eines jeden unschuldigen Menschens voellig falsch. Wenn einer verletzbar ist, sind wir alle gefaehrdet. Ein jeder von uns koennte als Naechster dran sein.
_________________________ Ildiko kam in Budapest in Ungarn zur Welt. 1963 zog sie nach Deutschland, wo sie ihren Ehemann kennenlernte. 1975 immigrierte sie in die USA. Ildiko studierte Justizadministration und hat eine Krankenschwesternlizenz. Heutzutage lebt sie mit ihrem Mann und ihren 3 Kindern in Texas. Die Ranch des Ehepaares dient als Treffpunkt fuer Jugendliche . Sie reist als Lebensbejahende Fürsprecherin für Pro-Life Organisationen. Ihre Arbeit hat sich auf auf Westafrika und Osteuropa ausgedehnt. Sie ist auch im Radio und Fernsehen aufgetreten.
|
Indonesian: (Thank you to Elkarisma Yonathan and Febriami Hutapea
for translating!)
Cerita Rebecca Kiessling (versi pendek):
Saya diadopsi saat menjelang kelahiran saya. Pada umur 18 tahun, saya
mengetahui bahwa saya dikandung dari hasil pemerkosaan yang kejam
dengan ancaman pisau oleh seorang pemerkosa serial. Seperti
kebanyakan orang, saya tidak pernah memikirkan bahwa masalah aborsi
dapat terjadi dalam hidup saya, tetapi setelah mengetahui kebenaran ini,
tiba-tiba saya menyadari bahwa masalah aborsi bukan hanya terjadi
dalam hidup saya, tapi juga berhubungan dengan seluruh keberadaan
saya.
Sepertinya saya dapat mendengar gaung kata-kata orang-orang yang
berkata dengan nada paling simpatik, “Yah, kecuali dalam kasus
pemerkosaan....” atau mereka yang mengatakan dengan nada muak:
“Terutama dalam kasus –kasus pemerkosaan!!!” Semua orang- orang ini
ada diluar sana yang bahkan tidak mengenal saya, namun berdiri untuk
menghakimi hidup saya, bisa sangat cepat memutuskan bahwa saya
layak untuk di gugurkan hanya karena bagaimana saya dikandung. Saya
merasa bahwa saya harus membela keberadaan saya dengan
membuktikan kepada dunia bahwa saya seharusnya tidak diaborsi dan
layak untuk hidup. Saya mengingat merasa diri saya seperti sampah
karena orang-orang yang mengatakan hidup saya itu seperti sampah –
dapat dibuang.
Mengertilah, bahwa setiap kali kamu mengidentifikasikan diri kamu
sebagai “pro-choice”**, atau setiap saat kamu memberi pengecualian
pada pemerkosaan dalam masalah aborsi, itu sama seperti kamu berdiri
dihadapan saya, menatap mata saya, dan mengatakan, “Menurut saya,
seharusnya Ibu kamu mengaborsi kamu dulu.” Itu pernyataan yang
sangat keras. Saya tidak akan pernah dapat mengatakan hal seperti itu
kepada siapapun. Saya tidak akan pernah mengatakan, “Seandainya
kamu mengikuti cara saya, kamu pasti sudah mati saat ini.” Tapi inilah
kenyataan hidup saya. Saya menentang siapapun yang mengatakan
bahwa kenyataan itu tidak demikian. Ini bukan seperti orang mengatakan,
“Saya memang “pro-choice” tetapi saya memberi pengecualian untuk
tahun 1968/1969, supaya kamu dapat dilahirkan, Rebecca.” Tidak --
inilah kenyataan kejam sikap “pro-choice” itu dan saya dapat mengatakan
bahwa sikap itu kejam dan menyakitkan. Tapi saya mengerti kalau
kebanyakan orang bahkan tidak memikirkan masalah ini. Bagi mereka
aborsi/”pro-choice” itu hanyalah suatu konsep – kata klise pendek, yang
mereka bisa abaikan dan lupakan. Sebagai anak yang dikandung kerena
hasil pemerkosaan, saya sungguh berharap kalau saya dapat menjadi
suatu wajah, suatu suara, dan suatu cerita dari masalah ini.
Saya sering bertemu dengan merekayang menghadapi saya dan
mencoba untuk cepat- cepat mengabaikan saya dengan gurauan seperti,
"Oh setidaknya, kamu beruntung!" Yakinlah bahwa kelangsungan hidup
saya tidak ada hubungannya dengan keberuntungan. Fakta bahwa saya
masih hidup sekarang ini adalah karena pilihan-pilihan masyarakat kita
dulu, karena orang-orang yang dulu berjuang supaya aborsi itu illegal di
Michigan – bahkan dalam kasus pemerkosaan, karena orang-orang yang
dulu berdebat demi melindungi hidup saya, dan karena orang-orang yang
memilih “pro-life” ** Saya bukannya beruntung. Saya telah dilindungi.
Dan apakah kamu dapat merasionalisasikan bahwa setiap hari saudara-
saudari kita yang diaborsi hanya karena mereka “tidak beruntung”?!!
Walaupun Ibu kandung saya sangat senang bertemu dengan saya, Ibu
mengatakan bahwa sesungguhnya dulu ia sempat mengunjungi dua
tempat aborsi dan saya pernah hampir diaborsi. Setelah pemerkosaan
terjadi, polisi memperkenalkan Ibu dengan seorang penasehat yang pada
dasarnya mengatakan bahwa aborsi adalah jalan yang terbaik. Ibu
kandung saya berkata bahwa pusat-pusat pertolongan kehamilan krisis
belum ada saat itu, tetapi ia meyakinkan, jikalau pusat tersebut sudah
ada, ia akan mengunjunginya demi mendapat bimbingan, sekecil apapun.
Penasehat korban pemerkosaan itulah yang mempertemukan Ibu saya
dengan dua pengaborsi illegal. Pada mulanya ia mengatakan bahwa
tempat itu adalah tempat aborsi ilegal yang “aman dan memperbolehkan
menggugurkan” saya – darah dan kotoran menutupi meja dan lantai
tempat itu. Segala kondisi dan kenyataan bahwa tempat itu illegal
menyebabkan Ibu mengurungkan niatnya.
Setelah itu, Ibu dipertemukan dengan pengaborsi yang lebih mahal. Kali
ini, ia seharusnya bertemu dengan seseorang di tempat yang bernama
Detroit Institute of Arts pada malam hari. Orang itu akan menghampiri Ibu
kandung saya, memanggil namanya, menutup matanya dengan sehelai
kain, mendudukkan Ibu di kursi belakang mobil, menghantarkan Ibu ke
tempat aborsi…, lalu menutup mata Ibu lagi dan menghantarkan Ibu ke
tempat semula. Kamu tahu apa yang lebih menyedihkan? Banyak sekali
orang di luar sana yang mendengar cerita saya dan memberikan jawaban
yang menyedihkan sambil menggelengkan kepala dengan jijik: "Kasihan
sekali Ibu kandung kamu, harus melalui begitu banyak peraturan hanya
untuk menggugurkan kamu! "Apakah itu yang disebut belas kasihan?!!
Orang- orang seperti itu berpikir bahwa mereka cukup berbelas kasih,
namun sesungguhnya perkataan mereka cukup kejam untuk saya, Bayi
yang sedang akan dimusnahkan itu adalah saya. Kehidupan sayalah
yang mereka bicarakan dengan tanpa berbelas kasihan. Ibu kandung
saya saat ini baik-baik – ia melanjutkan hidupnya dan kehidupannya
berlangsung baik. Tetapi saya hampir saja terbunuh, hidup saya hampir
saja diakhiri. Saya yang sekarang, mungkin saja tidak terlihat sama ketika
saya berusia empat tahun atau bahkan sewaktu berusia empat hari,
terlebih lagi ketika saya masih dalam rahim Ibu saya. Tapi tetap saja,
kehidupan yang ada dalam rahim Ibu saya itu adalah saya.dan saya
hampir dIbunuh melalui aborsi yang brutal.
Menurut penelitian Dr. David Reardon, direktur dari Elliot Institute, co-
editor dari buku “Victims and Victor: Speaking Out About Their
Pregnancies, Abortions and Children Resulting From Sexual Assault”, dan
penulis artikel "Rape, Incest and Abortion: Searching Beyond the Myths,"
sebagian besar dari perempuan yang menjadi hamil karena
pemerkosaan, tidak ingin melakukan aborsi dan pada kenyataannya akan
menjadi lebih buruk setelah melakukan aborsi. http://www.afterabortion.
org. Jadi posisi kebanyakan orang tentang aborsi dalam kasus
perkosaan ini didasarkan pada kenyataan yang salah: 1) korban
pemerkosaan ingin melakukan aborsi, 2) ia akan lebih baik dengan aborsi
dan 3) anak itu tidak berharga untuk diperjuangkan melalui kehamilan.
Saya berharap bahwa cerita saya, dan cerita-cerita lain yang
dicantumkan dalam situs ini, akan dapat membantu menghilangkan mitos
yang terakhir.
Saya berharap saya bisa mengatakan bahwa Ibu kandung saya adalah
bagian dari sebagian besar korban dan bahwa ia tidak ingin mengaborsi
saya, tapi ia telah dianjurkan untuk melakukan sebaliknya. Namun,melihat
dari sifat buruk dan mulut busuk kedua pengaborsi illegal, bersama
dengan rasa takut demi keselamatannya sendiri, menyebabkan Ibu
kandung saya membatalkan niatnya. Ketika ia menceritakan melalui
telepon bahwa ia tidak tertarik pada rencana berisiko ini, dokter aborsi ini
menghina dan memaki Ibu kandung saya. Yang mengejutkan, keesokan
harinya, dokter aborsi itu menelepon lagi untuk mencoba membujuk Ibu
kandung saya untuk melakukan aborsi. Ibu menolak, dan kembali dihina
lagi. Jadi itulah sebabnya- setelah kejadian itu, Ibu kandung saya merasa
bahwa ia tidak sanggup untuk melakukan aborsi. Ibu kandung saya
kemudian menjalani enam bulan kehamilannya - jauh lebih berbahaya,
jauh lebih mahal untuk melakukan aborsi.
Saya sangat bersyukur hidup sayadiselamatkan, tetapi banyak orang
Kristen yang bermaksud baik akan mengatakan hal-hal seperti, "Kamu
lihat, Tuhan benar-benar bermaksud untuk kamu berada di sini!" Atau
orang lain mungkin berkata, "Kamu memang dimaksudkan untuk berada
di sini. " Tapi saya tahu bahwa Tuhan bermaksud untuk setiap anak yang
belum lahir harus diberikan kesempatan yang sama untuk dilahirkan, dan
saya tidak dapat duduk tenang dan berkata, "Yah, setidaknya hidup saya
diselamatkan." Atau, "Saya layak mendapatkannya. Lihat apa yang telah
saya lakukan dengan hidup saya. "Dan jutaan orang lain tidak? Saya
tidak dapat melakukan itu. Dapatkah kamu? Dapatkah kamu hanya
duduk di sana dan berkata, "Setidaknya saya di inginkan. . . setidaknya
saya masih hidup. . . , "atau malah," Apa sajalah! "? Apakah kamu ingin
menjadi orang yang seperti itu? Berhati dingin? Terlihat penuh dengan
belas kasih pada bagian luar, namun sangat dingin dan kosong di
dalamnya? Apakah kamu dapat menyatakan bahwa kamu peduli pada
perempuan, tetapi tidak peduli kepada saya karena saya adalah
pengingat tentang sesuatu yang kamu tidak ingin hadapi? Dan akankah
kamu membenci mereka yang mempertimbangkannya? Apakah saya
tidak cocok dalam agenda kamu?
Di sekolah hukum, sayamemiliki teman sekelas yang mengatakan hal-hal
seperti, "Yah.. kalau kamu digugurkan, kamu tidak akan ada di sini hari
ini, dan kamu tidak akan tahu perbedaannya, jadi apa masalahnya?
"Percaya atau tidak, beberapa filsuf pro-aborsi ternama menggunakan
argumen sama seperti: "Janin tak pernah tahu apa yang menyakitinya,
jadi tidak ada janin yang kehilangan hidupnya." Jadi, saya kira selama
kamu menusuk seseorang di belakang sementara dia tidur, maka hal itu
bukanlah masalah, karena ia tidak tahu apa yang menyakiti dia?! Saya
menjelaskan kepada teman-teman sekelas saya, logika yang mereka
gunakan akan membenarkan logika “saya boleh membunuh kamu hari ini,
karena kamu tidak akan berada disini besok, dan kamu tidak akan tahu
perbedaannya, jadi apa masalahnya?” Dan mereka hanya bisa berdiri
dan tertegun. Sungguh menakjubkan apa yang dapat dilakukan oleh
sedikit logika, bila kamu benar-benar memikirkan hal ini melalui - seperti
cara yang kami lakukan di sekolah hukum – dan mempertimbangkan
benar-benar apa yang kita bicarakan: ada kehidupan yang tidak dapat
ada di sini sekarang karena mereka digugurkan . Ini seperti pepatah
lama yang mengatakan: "Jika pohon jatuh di hutan, dan tidak ada orang
di sekitarnya untuk mendengar, apakah itu merupakan suara?" Tentu
saja! Dan jika seorang bayi diaborsi, dan tidak ada orang lain yang ada di
sekitarnya untuk mengetahuinya, apakah itu berarti? Jawabannya adalah,
"YA! Kehidupan mereka adalah berharga. Hidup saya berharga. Hidup
Kamu berharga dan jangan biarkan orang lain mengatakan sebaliknya!
Dunia dulu berbeda dengan yang sekarang, Adalah illegal bagi Ibu
kandung saya untuk melakukan aborsi pada jaman itu. Hidup Kamu
berbeda karena Ibu saya tidak mengaborsi saya dan kamu sedang duduk
dan membaca kata-kata saya hari ini! Tapi Kamu tidak harus
mempengaruhi pendengar untuk membuat diri kamu berarti. Ada sesuatu
yang hilang dari kita semua di sini hari ini karena generasi-generasi saat
ini yang telah diaborsi, dan itu penting.
Salah satu hal terbesar yang saya pelajari adalah bahwa pemerkosa
BUKANLAH pencipta saya, seperti yang beberapa orang katakan kepada
saya. Nilai dan identitas saya tidak didirikan sebagai "produk
pemerkosaan," tetapi seorang anak Allah. Mazmur 68:5,6 menyatakan: "
Bapa bagi anak yatim. . . itulah Allah di kediaman-Nya yang kudus; Allah
memberi tempat tinggal kepada orang-orang sebatang kara" Dan Mazmur
27:10 mengatakan kepada kita" Sekalipun ayahku dan Ibuku
meninggalkan saya, namun TUHAN menyambut saya.”
Saya tahu bahwa diadopsi bukanlah hal yang buruk. Perjanjian Baru
mengatakan bahwa itu dalam semangat adopsi kita dipanggil untuk
menjadi anak-anak Allah melalui Kristus Tuhan kita. Jadi Dia pasti
menganggap adopsi sebagai sesuatu yang cukup terhormat untuk
menggunakan itu sebagai gambaran kasihNya kepada kita!
Yang terpenting adalah, saya sudah belajar, dan akan dapat mengajark
anak-anak saya. Dan saya mengajar kepada orang lain bahwa nilai kamu
tidak didasarkan dari bagaimana kamu dikandung, atau orangtua kamu,
saudara kandung kamu, pasangan kamu, rumah kamu, pakaian kamu,
penampilan kamu, IQ Kamu, nilai yang ada dapatkan, rangking kamu,
uang kamu, pekerjaan kamu, keberhasilan atau kegagalan, atau
kemampuan ataupun kecacatan kamu - ini adalah kebohongan yang
diabadikan dalam masyarakat kita.
